Educação: um setor repleto de transformações a caminho

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O setor de educação, principalmente nas áreas de capacitação profissional e técnica, já gerou diversas oportunidades de negócios para os modelos de franquias em décadas passadas – e, hoje, em um momento de crise, em que muitas pessoas buscam se capacitar para voltar ao mercado, retomou com força sua vocação de gerador de oportunidades. Franqueados que têm interesse nesse setor – ou já atuam nele – devem estar atentos às tendências: que são muitas.

O setor de educação no país tem sido alvo de inúmeras possibilidades de aperfeiçoamento nos últimos anos. Melhorias em infraestrutura nos centros de ensino, adequações no cenário educacional com foco em tecnologia, plataformas digitais, demandas mercadológicas e, acima de tudo, competência de aprendizado atualizada e manutenção contínua.

O Sistema FIRJAN, que engloba organizações como CIRJ, FIRJAN, SESI, SENAI e IEL, realizou um estudo com 30 especialistas do setor educacional do país, com foco analítico, destacando, basicamente, o setor de tecnologia e seu papel cada vez mais presente dentro e fora de sala de aula como fator decisivo no papel educacional atual.

As pessoas estão cada vez mais conectadas – seja no trabalho, nas relações pessoais, em aquisições de produtos e serviços, entretenimento etc. A facilidade com que a informação transita do mundo virtual ao mundo “real” deve ser aproveitada e cada vez mais explorada na educação também.

Há cada vez mais cursos de ensino a distância, o famoso EAD, onde pessoas podem estudar onde e “quando” quiserem, cumprindo as cargas horárias online, com professores dando suporte e tirando dúvidas em relação ao conteúdo proposto e apenas com provas presenciais.

Deixando um pouco a esfera digital e vagando pela sala de aula, hoje há uma grande mudança no comportamento dos alunos, cada vez menos passivos e mais conscientes de suas habilidades, talentos e capacidades dentro e fora do centro de ensino. O hábito de argumentar, debater, pesquisar e dialogar é constante e, muitas vezes, é movido não só pela necessidade de aprimoramento em sua (futura) profissão e carreira, mas sim, também pela realização pessoal.

Um fator que favorece e será cada vez mais presente nos próximos anos no cenário educacional é a inclusão de entretenimento, descontração e diversão na maneira de ensinar e aprender. Bem-estar físico e mental minimiza a sensação de obrigação e falta de interesse e, consequentemente, representa melhores resultados de ensino.

A chamada “gameficação” também deve se destacar cada vez mais como ferramenta de ensino nos próximos anos. Dinâmicas com jogos representam melhor assimilação, engajamento e motivação por parte dos alunos, que aprendem, direta ou indiretamente, conceitos de marketing, ações digitais, sustentabilidade e muito mais.

No caso da sustentabilidade, todos os olhos estão voltados para ações responsáveis nos mais diversos âmbitos da vida, inclusive em sala de aula. A preocupação, o entendimento e a vontade de ver, acompanhar, trabalhar e construir empresas, produtos e serviços com fins sociais e ecológicos é real e já pode ser observado no mundo afora, inclusive no Brasil.  O interesse real em ações sustentáveis é considerado um grande transformador social.

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